A memória fundida no aço naval

Revista Desvio

A memória fundida no aço busca eternizar o cotidiano. A exposição Mirar, do artista plástico Pedro Miranda leva ao público brasiliense o convite para observar e sentir os desdobramentos da narrativa.

O aço que persiste no tempo e mesmo sob o efeito da ferrugem, guarda em si as marcas da história. Representando o cotidiano mineiro, cada linha traçada revela um novo enredo e nos estimula a descobrir as camadas de cada narrativa. O feminino está presente em suas obras e junto com essas mulheres consigo enxergar muita persistência.

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As obras de Pedro Miranda fazem parte de um jogo de luz e sombra sobre suas esculturas, podendo revelar mais de uma história para o observador. São obras singelas, que guardam em si a simplicidade da vida no interior. Cada detalhe guarda resquícios do imaginário do artista, que em meio às curvas, sombras e mistério.

A exposição guarda um potencial que não…

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