Alice Lara e a ars erótica entre o humano e o animal

No dia 07/08 ocorreu o lançamento da 3ª edição do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea, que possui duração de 08/08 a 07/10. A exposição de artes visuais conta com 12 artistas indicados ao prêmio, que residem, produzem ou nasceram em Brasília, cidades satélites ou entorno. Alice Lara, uma das indicadas, em seu trabalho… Leia mais Alice Lara e a ars erótica entre o humano e o animal

Quando você olha pra ela: visibilidade lésbica

Agosto é considerado o mês da visibilidade lésbica. Em Brasília, a cena cultural busca trazer eventos e iniciativas que garantam a visibilidade para essas mulheres. Deste modo, no dia 31 de julho, para abrir caminho, ocorreu no espaço SESC Estação 504 sul, o sarau foi iniciativa da Quanta! e da Padê editorial. A Quanta! é… Leia mais Quando você olha pra ela: visibilidade lésbica

A simplicidade do cotidiano em tempos hipermodernos

A série fotográfica Caseirices II, de Emília Silberstein, fotógrafa de Brasília, captam a vida costumeira cheia de simplicidade e ternura. Analisando o conjunto de fotografias da artista observa-se séries em que o ambiente doméstico é tingido de luz natural. Aqui, o lar representa a união de duas subjetividades que se fortalecem em um mesmo teto.… Leia mais A simplicidade do cotidiano em tempos hipermodernos

BSB plano das artes, a visibilidade de iniciativas autônomas no DF

Ao celebrar a reinauguração do Centro Cultural Renato Russo, os brasilienses puderam visualizar a promessa de um espaço democrático para as artes no Distrito Federal. Após cinco anos de espera, o evento, um ansioso vislumbre, possibilitou o protagonismo das obras de artistas visuais em suas diversidades  dispostas nas paredes. Em Brasília, os espaços vazios não… Leia mais BSB plano das artes, a visibilidade de iniciativas autônomas no DF

“Por um obscuro caminho, ele me acha”

As pinturas da artista Alice Lara emanam uma plurivocidade de sentidos. Analisando o conjunto das obras da artista, percebe-se a discussão sobre a animalidade, o bruto e lascivo, evidente em outras obras como a série “Amores perros” (2013). A obra “Por um obscuro caminho, ele me acha” (2017), mostra a precisão e consciência das pinceladas… Leia mais “Por um obscuro caminho, ele me acha”

Brasília: obra-prima da alucinação

Brasília, metrópole pensada por um demiurgo que errou a mão e trocou sementes por grãos de areia. Cidade concreto, instalações a céu aberto performam a rigidez da estrutura social do país. O céu arquitetado milimetricamente compactua com a estagnação da vida pública. Será que Lúcio Costa arquitetaria o cristalizado azul e as nuvens condensadas feito… Leia mais Brasília: obra-prima da alucinação

“El verdadero jardín nunca es verde”

“A função da arte é causar o desconforto e dele gerar o debate”, palavras proferidas no dia 07/10/2017 pela artista Nicola Costantino no Centro Cultural Néstor Kirchner, me fizeram lembrar das últimas semanas de intenso debate acerca de algumas performances no Brasil. Aqui em Buenos Aires, acompanhei uma exposição de Eco Arte, Arte Ecológica, Arte… Leia mais “El verdadero jardín nunca es verde”

“Gravetos armados – intervenção na fachada do Jabutipê”

Sentimos o desencontro e pedimos para que encontros apareçam nas intersecções. Com a obra “gravetos armados – intervenção na fachada do Jabutipê” 2011, do artista Antônio Augusto Bueno é possível compreender a representação do lento movimento da busca e repulsa pelo outro. Para um diálogo existir é preciso um encontro de ideias. O princípio, a largada, ruas… Leia mais “Gravetos armados – intervenção na fachada do Jabutipê”